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Refrigerantes diets aumentam em 43% o risco de ataques cardíacos

Pesquisadores da Escola de Medicina de Miller, na Universidade de Miami, e da Universidade de Columbia (que em estudo anterior relacionaram o excesso de sódio nos refrigerantes diets com alto risco de desenvolver doenças cardiovasculares), ambas nos Estados Unidos, identificaram que o consumo de uma lata de refrigerante diet por dia pode elevar em 43% o risco de um ataque cardíaco ou derrame.


Após analisarem o consumo de refrigerantes diets em mais de 2500 pessoas, ao longo de 10 anos, as pesquisas apontaram que q
uando comparados àqueles que não bebem nenhum tipo de refrigerante, os voluntários que consumiam uma lata da bebida diet ao dia apresentaram risco 40% mais elevado de desenvolver doenças cardiovasculares, como derrames e ataques cardíacos. Os voluntários não eram portadores de doenças preexistentes, como diabetes ou hipertensão. 



Até o momento, não há estudos que comprovem a relação entre adoçantes e câncer
Fonte: gnt

PRIMEIROS SOCORROS - APRENDA A CONTORNAR OS ACIDENTES DOMÉSTICOS


Uma panela quente mal apoiada, o par de patins fora do lugar, uma caixa de costuras perto das crianças.
Esses descuidos podem provocar sérios acidentes em casa e precisam ser evitados. 
Mas não custa preparar-se para uma possível emergência. 
Veja o que fazer nes­sas horas, muitas vezes antecedendo a chegada do socorro especializado.

Queimadura com fogo
Tome cuidado para não puxar peças de roupas que este­jam coladas à pele. A primeira providência é resfriar cada área atingida, usando compressa bem grossa, embebida em bastante água fria e trocada à medida que for esquen­tando. Não abafe a queimadura com panos ou cremes e nunca rompa as bolhas que se formarem! E aten­ção: o queimado não deve ser colocado no chuveiro.

Queimadura química
Qualquer material cáustico deve ser ime­diatamente removido da pele. Para isso, deixe correr bastante água sobre a região atingida e nunca a esfregue. A mesma provi­dência vale quando o produto atinge os olhos. Abra-os bem, afastando cui­dadosamente as pálpebras, e dei­xe  correr  água  limpa  por,  no mínimo, 20 minutos sobre toda a região ocular

Hemorragia
Deite o acidentado e procure   localizar   o ponto da hemorragia. Improvise uma compressa e, com pressão suficiente para estancar o sangue, aplique-a diretamente sobre o local do sangramen-to. Nunca tente fazer torniquetes. Em caso de fratura, faça a compressa sem movimentar a região atingida.

Fratura
Em caso (ou apenas suspeita) de fratu­ra, evite movimentar a área afe-tada,   mesmo   buscando   uma posição confortável para a víti- ma. Se não for habilitado, evite corrigir a posição do mem­bro fraturado. Se há suspeita de fratura de coluna, mante­nha o paciente com a cabeça reta em relação ao corpo, usan­do uma toalha enrolada de cada lado do pescoço. Haven­do hemorragia, siga o procedimento acima indicado.

Entorse e luxação
Aplique saco de gelo, que reduz tanto a sensibilidade à dor quanto a inchação. Depois disso, faça a imobilização com bandagem firme, mas não aperte muito, para não prejudi­car a circulação local. Como nos casos de fratura, só quem está habilitado pode corrigir a posição do paciente.

Choque traumático
Quase sempre consequência de hemorragias, geralmente deixa o paciente pálido, frio e suando muito, com pulsa­ção e respiração rápidas e fracas, náuseas, sede, inquie­tação e desmaios. O socorro especializado é fundamental, mas, até que ele chegue, procure localizar o ponto e estan­car o sangramento. Ponha o acidentado em posição segu­ra e confortável, afrouxe suas roupas e mantenha livres suas vias respiratórias. Para acalmá-lo, converse o tempo todo com ele. Não lhe dê líquidos mas, em caso de mui­ta sede, ponha um pano úmido em seus lábios.

Inconsciência
O grande risco, nessa situação, é o sufocamento. geralmente causado pela língua, que, perdendo o tônus muscular, bloqueia a entrada de ar para a traquéia. Abra, com cuidado, a boca da vítima, puxando sua mandíbula, para afastar a língua do fundo da garganta. Mantendo dois dedos separando os maxilares, investigue, com o dedo mínimo, toda a boca do paciente, procu­rando algum corpo estranho que lhe esteja obs­truindo a respiração. Depois, deite-o do lado esquerdo, mantendo, com uma almofada, sua cabeça alinhada ao corpo. Dessa maneira, qualquer líquido que esteja em sua boca poderá escorrer para fora.

Ataque epilético
Na imensa maioria dos casos, a crise convulsi­va cessa sozinha e é impossível evitá-la. Este­ja onde estiver o paciente, deite-o imediata­mente e proteja-o, para que não se machuque, 'rouxe suas roupas e incline, suavemente, sua cabeça para trás ou para o lado. Com cuidado, introduza em sua boca um lenço enrolado em forma de charuto, para evitar que ele morda a própria língua.

Consultor: Dr Roberto  Vincent,  do Grupo de Socorro de Emergência do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, RJ

Fonte:  meioligado.blogspot.com

Doze conselhos para se ter um infarto feliz

1.Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2.Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
3.Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4.Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5.Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
6.Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
7.Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
8.Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro.
9.Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
10.Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.
11.Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
12.E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si, várias vezes: Eu não perco tempo com bobagens.



 
Os Ataques de Coração

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos:
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo (direito).
Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.
Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram.
Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.
Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água.
Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas.
Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse, pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.
NÃO SE DEITE !


Repasse estas informações ao maximo de pessoas possivel e voce poderá salvar pelo menos uma vida!

Autor: Dr. Ernesto Artur - Cardiologista 

O que a cenoura tem de bom

Uma raiz presente em quase todas as refeições, a cenoura tem muitas propriedades benéficas para o organismo do homem. Isso porque ela é rica em substâncias como as vitaminas A, B e C, em especial o carotenoide - também chamado de betacaroteno -, além de minerais como os sais de potássio, fósforo, cálcio e fibras.
"A cenoura mantém a saúde dos tecidos da pele, do globo ocular, das mucosas em geral, dos ossos e sistema imune. Também exerce funções antioxidantes, com ação protetora contra o envelhecimento, doenças cardiovasculares e o câncer. Tudo por conta do betacaroteno", cita a nutricionista Janine Hampel. Além disso, auxilia na digestão, é capaz de reduzir os níveis de colesterol no sangue e não é um alimento calórico: cada 100 gramas de cenoura possui cerca de 40 calorias, apenas.
Segundo Hampel, a recomendação de consumo deve seguir a faixa etária e o género de cada pessoa, a fim de evitar toxicidade. "Em geral, recomenda-se consumir duas colheres de sopa de cenoura crua por dia", indica a nutricionista. Sobre a melhor forma de ingestão, ela diz que o ideal é comê-la crua, sem nenhuma manipulação. "Em contato com a luz e o calor, a cenoura perde sua potencialidade. Se for necessário guardá-la, tenha o cuidado de deixar em recipiente fechado na geladeira", aconselha.
Cozinhando, é a maneira que aproveita menos os nutrientes da verdura, pois a fervura, principalmente demorada e a vapor, desintegra os nutrientes. "Ao cozinhar, faça-a da maneira mais rápida e com a menor quantidade de água possível", sugere Hampel.

Benefícios da cenoura
• Estimula a eliminação de resíduos
• Ideal para problemas de pele
• Melhora a visão notuma
• Reduz problemas digestivos e metabólicos
• Combate gases
• É um dos melhores antioxidantes
• Ajuda o crescimento
• Protege o corpo do envelhecimento
• Combate a anemia
• Ajuda a manter a pele saudável
• Previne infecções do trato urinário e estimula a atividade dos rins
• Eficaz no tratamento de fungos por suas propriedades antibacterianas

Carotenoides podem ser manipulados

A cenoura é rica em vitamina A, sendo importante para o crescimento, desenvolvimento, manutenção de tecidos epiteliais, reprodução, sistema imunológico e, em especial, para o funcionamento do ciclo visual na regeneração de fotorreceptores. Já o betacaroteno é um potente antioxidante com ação protetora contra doenças cardiovasculares, além de também proteger a pele contra a formação de eritema (vermelhidão) induzido pela radiação UV. O interessante é que, além de proteger das queimaduras, o betacaroteno também proporciona um bronzeado mais duradouro.
A falta dessa substância pode ser grave para o organismo humano, mas existem formas eficientes de provê-ío de todas elas, mesmo quando o corpo estiver debilitado. No Brasil, a hipovitaminose A é um grave problema de saúde pública. Por isso, é necessária a reposição adequada desse nutriente.

 




Unhas servem de alerta a saúde!

A aparência da sua unha sem esmalte, pode dizer muito sobre a sua saúde. Fique atenta!


As unhas são células mortas, constituídas por queratina, vitaminas e minerais.
Veja algumas doenças podem modificar nas suas unhas.



ANEMIA: unhas quebradiças, secas, opacas, linhas transversais, formato côncavo e/ou descolamento das unhas.

DOENÇAS CARDÍACAS: unhas curvadas para baixo, alargadas, coloração arroxeada e pontos arroxeados.

DOENÇAS RENAIS: engrossamento das unhas, coloração amarelada ou cinzenta, linhas transversais esbranquiçadas, unhas metade marrom e metade clara.

DOENÇAS NO FÍGADO: cor esbranquiçada na parte proximal e coloração normal nas pontas, unha pálida e amarelada, arredondamento e aumento da unha.

DOENÇAS NO ESTÔMAGO E/OU INTESTINO: pontos hemorrágicos, unhas doloridas, frágeis e que se deslocam ou descarnam.

DIABETES: unhas avermelhadas com vasos na pele, engrossamento das unhas, micose mais frequente, engrossamento e endurecimento das pontas dos dedos.

HIPERTIREOIDISMO: afinamento, enfraquecimento, descolamento e abaulamento das unhas.

HIPOTIREOIDISMO: unhas opacas e textura mais grossa.

LÚPUS ERIMATOSO: hemorragia da cutícula, manchas brancas e/ou descolamento das unhas.

REUMATISMO: unhas amareladas, linhas transversais, lúnula avermelhada e engrossamento sob as unhas.

LEUCEMIA: unhas quebradiças, engrossamento ou perda total da unha.

AIDS: infecção das unhas por fungos, vírus e herpes.
Se você identificou algumas dessas alteração, é recomendado que procure um dermatologista (profissional mais indicado pra cuidar da saúde das suas unhas).

Fonte: Folhetos informativos DERMANAIL

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Voce sabe o que é cinetose?

"Doença do movimento ou Cinetose é uma disfunção do labirinto que pode afetar pessoas em qualquer faixa etária, mas tem tratamento"

Náuseas durante passeios de carro, vomitos em viagens de avião ou até mal-estar em eleva­dor. Esses episódios são vistos, com frequên­cia, como sintomas bobos e incomodos, mas a causa pode ser mais grave do que parece. 

Entre tantas justificati­vas para esses sintomas, a que está mais relacionada ao desconforto gerado pela movimentação tem exatamente a causa descrita no nome. 

A doença do movimento ou cinetose é uma disfunção do labirinto - estrutura responsável pelas funções como audição e equilíbrio. 
O primeiro passo para pessoas que são acometidas com frequência por vertigens e náuseas e querem so­lucionar o problema é identificar as causas. 
"Existem vários sintomas que podem ser associadas às vertigens e aos problemas de labirinto, genericamente conheci­dos como labirintite. A cinetose é uma das explicações para esse distúrbio", afirmou o otorrinolaringologista do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Per­nambuco (UFPE), Fábio Coelho.
Segundo Coelho, também é necessário diferenciar os sinais de tontura e da vertigem. 
Tontura é a sen­sação de cabeça oca e a pessoa fica meio cambalean­do. 
Já na vertigem a pessoa sente que tudo está gi­rando a sua volta. É a chamada tontura rotatória, disse, acrescentando que esses sintomas também podem vir associados à sensação de pressão no ouvi­do. 


O especialista destacou que os portadores do dis­túrbio podem diminuir os sintomas ou até mesmo evita-los desde que mantenham os olhos abertos e fo­quem um ponto fixo durante as viagens. 
"Em trajetos de carro também é recomendado andar na fren­te e não ler em hipótese nenhuma", afirmou.
A otorrinolaringologista do Hope/Esperança, Sa­vana Goretti, esclareceu que cerca de 2,2% da popu­lação é acometida por cinetose e ressaltou que o des­conforto pode aparecer na infância ou começar na fase adulta. "Não há regra para o surgimento e por isso é importante ficar atento, especialmente no caso dos pais. Tem crianças que não podem nem ir a um parque infantil que passam mal. Às vezes isso pode ser considerado erroneamente como frescura", afir­mou. 
Nos casos menos graves, os sintomas podem ser contornados com medicamentos.
Em situações onde o distúrbio afeta atividades ou incomoda com bastante frequência o tratamento re­comendado é a reabilitação do labirinto
Realizada por otorrinos e fonoaudiólogos, a reabilitação pode adaptar o labirinto do portador aos movimentos. 
"O procedimento tem o objetivo de diminuir a sensibi­lidade do órgão", explicou Savana. Não há um prazo estipulado para a conclusão do tratamento, mas, se­gundo a médica, é possível melhorar o quadro em pra­ticamente todos os casos.
Clique nas imagens para ve-las em tamanho maior e entenda como tudo funciona. 

Fonte: Jornal DiariodePE
Por Leticia Andrade 
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Mente sã e corpo são. - Tecnicas para dar equilibrio a sua vida

Acupuntura  
É a aplicação de agulhas em pontos meridi­anos energéticos. É uma prática chinesa milenar gue trata as doenças através da estimula­ção desses pontos de energia gue podem tonificar, aquecer, tirar a dor ou calor e fornecer energia.

Do-in 
Através da pressão com os dedos nos pontos meridianos energéticos, restabelece o equilíbrio e a energia do corpo.

 

Essa técnica utiliza a aplicação de cores no corpo humano. 
O objetivo é que as cores, através de seu com­primento de onda e calor, entrem em sintonia com o organismo gerando uma outra frequência e assim promovam o reequilíbrio do organismo.



Tratamento com ervas medicinais. Fortalece o sis­tema imunológico.

Ioga 
Originária da índia, é uma prática com conteúdo filosófi­co e psicológico, visa a consciência de si mesmo e sua relação com o cosmo. Um dos pontos principais dessa prática é aprender a respirar corretamente. 
A baixa resistência às doenças se deve muitas vezes, à forma inadequada com que respiramos, não utilizando toda a nossa capacidade pulmonar. Essa capacidade é ampliada, tonificando o sistema cardiorespiratório, oxigenando o sangue e revitalizando o organismo. Entre outros pontos importantes, pro­move também o relaxamento, capacidade de concentração e con­trole sobre o pensamento.

Lian Gong em 18 terapias 
Técnica que une a medicina terapêutica chinesa e cultura física, que para os chineses significa: o fortalecimento harmonioso do corpo, permitindo o pleno fun­cionamento e utilização dos músculos, tendões e ossos.

É a utilização da música e/ou dos seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), de forma a facilitar e a promover a comunicação, os relacionamentos, a aprendizagem, a mobilização, a expressão, a organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, para satisfazer necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.  


Técnica milenar chinesa, atua nos 3 níveis: físico, emocional e espi­ritual.
No físico, funciona como preventivo para qualquer doença, pois atua no sistema nervoso central, melhorando a circula­ção, a respiração e fortalecen­do os ossos.
No emocional, visa o equilíbrio através dos seus movimentos suaves, melhorando a coordenação da respiração. Aumenta a criatividade e autoconfiança.
No espiritual, através do exercício da disciplina e do controle emocional, proporciona dis­cernimento de valores e consequente elevação espiritual

Técnica desenvolvida por Dr. Edward Bach, médico inglês.
Sistema de essências florais que, atuando sobre o emocional,
objetiva o reequilíbrio, ajuda no auto conhecimento e transformação.

Técnica tibetana, que ativa o fluxo de energia universal e poder de auto-cura através da imposição das mãos.

Atua através de pressões em determinadas áreas do corpo. O objetivo é tornar o indivíduo consciente do seu corpo, desbloqueando energias, e direcionando forças.

É um método de tratamento corporal que acontece com o auxílio de óleos e pós especiais. Eles liberam as toxinas do corpo, presas aos músculos e tecidos, objetivando a manutenção e equilíbrio físico e corporal.

Por Leticia Andrade 
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Light e Diet - entenda a diferença


Alimentos diet - são específicos para dietas que necessitam de alguma restrição quanto ao consumo de açúcar, sal, gorduras, lactose, aminoácidos ou proteína, mas que não requerem necessariamente menos calorias.


Alimentos light - são os alimentos que têm teor de gordura ou açúcar reduzido

Ou seja:
Quer emagrecer ?  LIGHT
Dietas especiais?  DIET

Verifique a quantidade de calorias especificada na embalagem.


Data de validade - atenção! O prazo de validade refere-se ao produto em embalagem fechada, que depois de aberta, reduz drasti­camente o período ideal para consumo.

O valor calórico ou quantidade de calorias é apresentado nos
rótulos como: energia, calorias (ou Cal), Kcals ou valor energético.


Entenda melhor
Por Roberta Stella
Nutricionista formada pela Universidade de São Paulo (USP)
Alimento Diet

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o termo diet pode ser usado em dois tipos de alimentos:

1. Nos alimentos para dietas com restrição de nutrientes (carboidratos, gorduras, proteínas, sódio);

2. Nos alimentos para dietas com ingestão controlada de alimentos (para controle de peso ou de açúcares).

Mas, o que quer dizer ingestão controlada ou restrição de nutrientes?

Os alimentos para dietas controladas não podem ter a adição de nutriente. Assim, para ingestão controlada de açúcar, não pode haver inclusão de nutrientes que possuam o açúcar natural do alimento como, por exemplo, a geléia diet que tem como açúcar natural a frutose.

É importante que fique claro que nem todos os alimentos diet apresentam diminuição significativa na quantidade de calorias e, portanto, devem ser evitados pelas pessoas que querem emagrecer.

Alimento Light

A definição de alimento light deve ser empregada nos produtos que apresentem redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias comparado com o alimento convencional.

Dessa maneira, a primeira diferença entre o alimento diet e light está na quantidade permitida de nutriente. Enquanto que o diet precisa ser isento, o light deve apresentar uma diminuição mínima de 25% de nutrientes ou calorias em relação ao alimento convencional.

A segunda diferença é conseqüência da primeira: o alimento light não é, necessariamente, indicado para pessoas que apresentem algum tipo de doença como diabetes, colesterol elevado, celíacos ou fenilcetonúricos

Se, o alimento light apresentar eliminação do nutriente, por exemplo, açúcar (refrigerante light), poderá ser consumido pelos diabéticos.

Confusão é fácil de acontecer; por isso, leia os rótulos com muita atenção. Compare os produtos light e diet com os alimentos convencionais. É muito importante verificar se eles atendem às suas necessidades.

Por Leticia Andrade 
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Musicoterapia

Reagir à música como se esta fosse um medicamento, eis o segredo da musicoterapia, uma terapêutica em rápido crescimento. 
Descubra os seus poderes!
De acordo com a Federação Mundial de Musicoterapia (World Federation of Music Therapy) “a musicoterapia é a utilização da música e/ou dos seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um musicoterapeuta qualificado, com um só indivíduo ou em grupo, num processo sistematizado, de forma a facilitar e a promover a comunicação, os relacionamentos, a aprendizagem, a mobilização, a expressão, a organização e outros objectivos terapêuticos relevantes, para satisfazer necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia procura desenvolver potencialidades e/ou restaurar as funções de um indivíduo para que este possa alcançar uma melhor integração intra e interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento”.

UMA HISTÓRIA COM RITMO
A influência da música no comportamento do homem é conhecida desde a Antiguidade e foi mesmo tema de reflexão nas obras de vários filósofos gregos. 
Os próprios Aristóteles e Platão defendiam que a música provocava reacções nas pessoas e que, por exemplo, determinada escala devia ser ouvida pelos guerreiros, para que estes ficassem mais agressivos e corajosos! 
Foram muitos os pensadores que seguiram a sua linha de raciocínio ao longo da história, atribuindo à música outros benefícios para além do seu cariz religioso e de entretenimento. 
O uso da música como método terapêutico só começou a ser utilizado, na prática, depois da II Guerra Mundial, nos Estados Unidos, com experiências realizadas com os veteranos, que evidenciaram melhorias significativas relativamente a traumas físicos e psíquicos. 
A descoberta de uma disciplina que utilizava, com sucesso, o som para fins terapêuticos e profilácticos foi uma coisa espantosa na altura e concluiu-se que era necessário mais pesquisa e, porque não, a profissionalização? 

Assim nasce, em 1944, na Michigan State University, o primeiro curso universitário de musicoterapia. No entanto, com o aparecimento dos medicamentos químicos, a musicoterapia foi relegada para segundo plano, até à década de 70, altura em que o seu valor terapêutico voltou a ser reconhecido. 
Em 1985, é criada a World Federation of Music Therapy, a única organização internacional dedicada ao desenvolvimento e promoção da musicoterapia em todo o mundo.

MUSICOTERAPEUTA, A PROFISSÃO
O musicoterapeuta é um profissional com uma vasta formação musical (teoria e canto) e com aptidão para tocar vários instrumentos (harmónicos, melódicos e percussão); mas também tem formação ao nível da saúde e medicina, com conhecimentos profundos de psicologia, bem como da anatomia e fisiologia humana. 
Mas não fica por aqui, também faz parte da formação do musicoterapeuta noções de filosofia, expressão artística, expressão corporal, dança, técnicas grupais e métodos específicos de educação musical. Um musicoterapeuta pode exercer num consultório particular ou integrar equipas de saúde multidisciplinares, juntamente com médicos, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e educadores. 
Assim, os musicoterapeutas podem trabalhar em hospitais, hospitais psiquiátricos, clínicas particulares, spas, em programas de tratamento de toxicodependentes, escolas, em centros juvenis e de correcção.

MÚSICA PARA QUEM?
Para experimentar e beneficiar dos efeitos da musicoterapia não tem de perceber nada sobre música, não tem de saber cantar, nem tem de saber quem foram os Beatles! 
Tem, simplesmente, que ouvir e deixar a música trabalhar para si e para o seu bem-estar. 
Por isso mesmo, a musicoterapia é um tratamento aberto a todas as pessoas de todas as idades. 
No entanto, tem já resultados comprovados em pessoas com dificuldades motoras, autistas, pacientes com deficiência mental, paralisia cerebral, pessoas com dificuldades emocionais e distúrbios mentais, doentes oncológicos, pessoas com problemas de relacionamento, comunicação, comportamento e integração social; grávidas (ouvir música clássica durante a gravidez tranquiliza tanto a gestante como o bebé, e também ajuda na hora do parto); e idosos (nomeadamente doentes com Alzheimer, desequilíbrios físicos e dores crónicas).

OUVIR MÚSICA DÁ SAÚDE... COMO?
O nosso cérebro responde de forma natural à música, tanto até que quando damos por ela já batemos o pé ao som da mesma, daqui a nada estamos a trautear a letra e, de repente, estamos mais bem-dispostos. Um anti-depressivo natural? Os musicoterapistas e anos de estudos dizem que sim e acrescentam ainda outras mais-valias:
  • ativa a mente, estimula a nossa criatividade, produtividade e inteligência
  • ajuda a aumentar os níveis de concentração e atenção
  • melhora o nosso estado de espírito e de humor
  • reduz os níveis de ansiedade e de stress
  • distrai-nos das dores, reduzindo-as até
  • diminui a tensão arterial, o ritmo cardíaco e a taxa de respiração
  • eficaz no tratamento de insónias
  • um excelente aliado na reabilitação física de doentes
  • melhora o estado de espírito e a mobilidade dos doentes com Parkinson
  • diminui as náuseas durante a quimioterapia
  • reduz a quantidade de sedativos e analgésicos durante e depois de uma intervenção cirúrgica
  • ajuda a reduzir o tempo de permanência de um paciente no hospital
  • abre os canais de comunicação de pessoas com perturbações psíquicas (retração, inibições, repressão, negação ou dissociação de sentimentos)
Uma sessão de musicoterapia (que pode ser realizada individualmente ou em grupo) pode desenrolar-se de duas formas: como uma sessão receptiva, onde o musicoterapeuta toca música para o paciente; ou como uma sessão activa, onde os próprios pacientes tocam instrumentos musicais, cantam e dançam ou participam noutras actividades que o terapeuta delineou para o seu caso específico.
Os instrumentos mais utilizados são o violão, o piano (ou outros instrumentos harmónicos ou com teclado); instrumentos melódicos (principalmente a flauta); e instrumentos de percussão. No entanto, nos últimos anos a musicoterapia digital (instrumentos como guitarras eléctricas, sintetizadores, baterias electrónicas...) tem ganho terreno.
Os vários tipos de sons utilizados na musicoterapia abrem os canais de comunicação e geram reacções nos seus utentes, o que lhes permite exteriorizar traumas, medos, energias e emoções negativas que, depois de uma sessão que se pretende revigorante e aliviadora, permite o crescimento emocional, afectivo, relacional e social dessa pessoa.

ESTUDOS INTERESSANTES
  • Um grupo de 40 homens e mulheres com idades compreendidas entre os 51 e os 87 anos, foram submetidos a uma cirurgia ambulatória de catarata ou glaucoma num hospital de Nova Iorque. Metade dos pacientes receberam umwalkman e auriculares para utilizar durante a cirurgia, podendo escolher a música que queriam ouvir, enquanto a outra metade não ouviu música durante a cirurgia. A pressão arterial foi medida antes da cirurgia (ambos os grupos apresentavam níveis de ansiedade elevados), e depois do início do procedimento, sendo que aqueles que ouviram música voltarem ao nível normal de pressão cinco minutos depois. Os que não escutaram música mantiveram níveis de pressão elevados durante toda a cirurgia.
  • Na unidade de cuidados intensivos de um hospital americano, os pacientes ligados a ventiladores e que escutavam música escolhida por eles estavam sempre muito mais relaxados que aqueles que não ouviam música e que, por sinal, tornaram-se cada vez mais tensos.
  • A Stanford University School of Medicine realizou um estudo que envolveu 20 pessoas a sofrer de depressão, com idades entre os 61 e os 86 anos. Durante 8 semanas, um dos grupos trabalhou com um musicoterapeuta, participando em sessões compostas por música e exercícios de relaxamento; o outro não participou em nenhuma destas sessões. No final, o primeiro grupo evidenciou melhorias significativas no seu estado de espírito e até na diminuição da própria depressão, enquanto o segundo grupo não demonstrou qualquer melhoria.
  • Várias empresas multinacionais utilizam a musicoterapia como auxílio no tratamento anti-stress de funcionários e executivos. Para além de criar um ambiente mais tranquilo e positivo, verificou-se um aumento na produtividade e no desempenho dos seus funcionários.
Fonte: bemtratar.com
Por Leticia Andrade 
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Lian Gong em 18 terapias


A ginástica Lian Gong em 18 terapias, foi desenvolvida na China, pelo Dr. Zhuang Yuen Ming, médico ortopedista da Tradicional Medicina Chinesa (TMC), na década de 60.

Dr. Zhuang atendia, com mais 25 médicos, em um hospital de Shangai e notou que a partir da década de 60, aumentaram o número de casos de dores musculares e articulares de seus pacientes, em sua maioria trabalhadores de fábricas e escritórios da região. Tal fato se relacionava com a mudança da economia chinesa de rural para industrial e com os decorrentes desdobramentos para o corpo humano dos indivíduos envolvidos nesta transição.

Baseado no Tui Na, milenar arte fisioterápica chinesa, e na tradição dos trabalhos corporais chineses, o Dr. Zhuang sintetizou, em um primeiro momento, um conjunto de 18 exercícios que atuassem no corpo humano, da coluna cervical aosdedos dos pés. Ou seja, com a prática de 12 minutos diários de exercícios uma pessoa pode prevenir-se da maioria dos problemas decorrentes de má posturação ou de movimentos agressivos à lógica do corpo humano.

Posteriormente foram elaboradas mais duas seqüências de 18 movimentos cada, ampliando assim as possibilidades terapêuticas desta prática, com exercícios para as articulações e tendões e para o fortalecimento do coração e pulmão.  Cada uma destas partes tem duração de 12 minutos também.
Fonte: liangong.com
Por Leticia Andrade 
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Ioga


"Conjunto de técnicas que podem ser utilizadas para o desenvolvimento da saúde física, mental e psíquica da personalidade humana, assim como para controle do estresse, maior eficiência nas atividades do dia-a-dia, melhor qualidade do descanso e para um progressivo equilíbrio interior."
É assim que o Yoga geralmente é visto no Ocidente.

Todavia, o objetivo maior do Yoga, como ciência do autoconhecimento, é a libertação progressiva da consciência, através de técnicas meditativas superiores, constantes da preciosa obra sânscrita Yoga-Sutras (século IV a.C.), do filósofo e sábio hindu Patânjali.

Há diferentes tipos de Yoga que se adaptam a diferentes tipos de personalidade. Historicamente, o mais significativo ramo do Yoga é o Sistema Clássico de Patânjali, também chamado Raja Yoga ou Yoga Darshana. 
Existem inúmeros outros tipos de Yoga, muitos deles não-sistemáticos, geralmente misturados com conceitos populares. O tipo de Yoga atualmente mais praticado no Ocidente é o Hatha Yoga.

Ramos Clássicos da Yoga: (Tradicional)
Hatha Yoga: a via do aperfeiçoamento do corpo psico-físico
Raja Yoga: a via do domínio amplo da mente
Karma Yoga: a via da ação desapegada, para o prático
Bhakti Yoga: a via da devoção, amor autruísta, para os religiosos
Jnana Yoga: a via do conhecimento, para o intelectual;
Tantra Yoga: a via do controle das energias sutis, sexuais, para a realização do conhecimento puro
Mantra Yoga: a via do controle da mente pelo domínio dos sons (interiores e exteriores).

Outros Ramos da Yoga:
Yantra Yoga: estuda formas geométricas e símbolos.
Yoga Criktsa: yoga terapêutica.
Kundalini Yoga: yoga do poder do fogo ígneo.
Kryia Yoga: yoga da purificação, etc.
Purna Yoga: yoga integral, a síntese de todas as linhas do yoga.

A palavra yoga vem da raiz sânscrita yuj que significa atrelar, unir, juntar.
Seria então a união do ser individual (jivatman) ao Ser Supremo (paratman). 
Podemos considerar o Yoga como a ciência da educação integral.

O Yoga é um processo que possibilita despertar, descobrir e transformar o ser humano em todos os seus aspectos. É um caminho para a transformação pessoal, cultural e universal.

O Yoga possui inúmeras técnicas e preceitos filosóficos que ajudam o homem em seu processo de transformação.

A história da Yoga se perde nos milênios, é considerada filosofia-religião e é a soma da evolução de várias épocas. O sacrifício e o esforço individual preconizados nos ensinamentos de Yoga tem a sublime finalidade: a liberação de Agni, o fogo da vida.
 
Mas os mestres advertem sobre a difusão da Yoga:
" Que ninguém a ensine a quem não tenha pacificado o seu espírito”.
Fonte: espiritualismo.hostmach.com
Por Leticia Andrade 
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Fitoterapia


A palavra Fitoterapia deriva dos termos “Phyton” = vegetal e “Therapeia” = terapia e, segundo o Dicionário Aurélio da língua portuguesa, significa “Tratamento de doença mediante o uso de plantas”.

Sendo assim, a fitoterapia é uma terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas. No entanto, no Brasil para que um medicamento seja considerado fitoterápico, ele não deve ter, em sua composição, substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal.

As matérias-primas dos fitoterápicos são plantas (folhas, caule, flores, raízes ou frutos) com efeitos farmacológicos medicinais, alimentícios, coadjuvantes técnicos ou cosméticos.

Fitoterápico: medicamento obtido empregando-se exclusivamente matérias-primas ativas vegetais. 
É caracterizado pelo conhecimento da eficácia e dos riscos de seu uso, assim como pela reprodutibilidade e constância de sua qualidade. Sua eficácia e segurança é validada através de levantamentos etnofarmacológicos de utilização, documentações tecnocientíficas em publicações ou ensaios clínicos fase 3. 
Não se considera medicamento fitoterápico aquele que, na sua composição, inclua substâncias ativas isoladas, de qualquer origem, nem as associações destas com extratos vegetais.  
Nesta resolução foi acrescentada a forma pela qual a segurança e a eficácia do medicamento fitoterápico deve ser comprovada. Pela primeira vez, temos a citação de estudos clínicos de fase 3 para a classificação do medicamento. Esta é a definição que está em vigor até os dias de hoje.
Fonte: fitoterapia.com
Por Leticia Andrade 
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Cromoterapia

Cromoterapia é a prática da utilização das cores na cura de doenças. Vem sendo utilizada pelo homem desde as antigas civilizações — como Egito antigo, Índia, Grécia e China — com o objetivo de harmonizar o corpo, atuando do nível físico aos mais sutis. Para Hipócrates, saúde e doença dependem da harmonia entre meio ambiente, corpo e mente.
Os adeptos da cromoterapia entendem que cada cor possui uma vibração específica e uma capacidade terapêutica. Isaac Newton no século XVII conseguiu descobrir as cores do arco-íris friccionando um prisma. O cientista alemão Johann Wolfgang von Goethe, no século XVIII, pesquisou durante cerca de 40 anos as cores e descobriu que o vermelho tem propriedade estimulante no organismo, o azul acalma, o amarelo provoca sensações de alegria, e o verde é repousante. Esses efeitos são mais ou menos intensos, dependendo da tonalidade usada.
Fonte: Wikipedia
Por Leticia Andrade 
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